Caso Daudt: Memorial do Judiciário recebe videos do julgamento

 

Doaçao
Diretor do Memorial recebeu material do neto do Advogado Célio de Lia Pires que atuou na defesa do acusado do assassinado de José Antonio Daudt juntamente com o irmão Oswaldo – Da esquerda para a direita João Batista Santafé Aguiar e Carine Trindade Medeiros, da equipe do Memorial, Advogado Pedro Kurban, o Desembargador José Carlos Teixeira Giorgis, Diretor do Memorial do Judiciário, e o Advogado Brunno Ruschel Pires, neto de Célio. (Foto: Cássio Ayres Bodnar/Imprensa TJRS)

Em 1O/5/2017, os integrantes do Escritório De Lia Pires, Brunno Ruschel Pires e Pedro Kurban, entregaram ao Memorial do Judiciário três DVDs contendo excertos e reportagens em vídeo do julgamento do Caso Daudt.

O material foi recebido pelo Diretor do Memorial do Judiciário, o Desembargador José Carlos Teixeira Giorgis. O julgamento ocorreu de 20 de agosto à madrugada de 23 de agosto de 1990, na sala de sessões do Órgão Especial do Tribunal de Justiça, localizado então no 6º andar do Palácio da Justiça.

Após descrição detalhada do conteúdo e registros no setor, o material passará a integrar o acervo do Memorial do Judiciário e estará à disposição de pesquisadores para consulta, mediante agendamento, na Biblioteca do Memorial.

Os vídeos foram digitalizados a partir de originais em fitas VHS pelo Advogado Brunno, que é neto do advogado Célio de Lia Pires, irmão de Oswaldo de Lia Pires, ambos advogados do Deputado Estadual que estava sendo acusado do crime e que, ao final do julgamento, foi absolvido.

Há versões das transmissões realizadas pelas TV Guaíba e TV Educativa.

O crime aconteceu no dia 4/6/1988, no Bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre,quando o Deputado Daudt foi atingido por dois tiros de uma espingarda calibre 12.

Oswaldo e Célio de Lia Pires

Oswaldo de Lia Pires é considerado um ícone no universo do Direito criminal. Exerceu suas atividades como advogado até os 91 anos e faleceu um ano depois, em 24/12/2010, devido a complicações pós-cirúrgicas. Era conhecido por sua oratória e em suas defesas costumava fazer uma análise psicológica dos envolvidos na causa. Participou  muitas vezes da Jornada Lia Pires (evento promovido pelo Centro Acadêmico Mauricio Cardoso da PUCRS e o Instituto Lia Pires).  Célio de Lia Pires faleceu em 2005.


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