2015-09-15 – Palavra do Memorial do Judiciário nº 114


MEMORIAL DO JUDICIÁRIO DO RS
PALAVRA DO MEMORIAL Nº 114
15/09/2015

AGENDA

Caminhos da Matriz no Memorial

Acontece no dia 26 de setembro, último sábado do mês, o Projeto Os Caminhos da Matriz, que busca aproximar a população do patrimônio histórico e cultural de Porto Alegre. Para isso, são realizadas visitas guiadas aos prédios históricos localizados ao redor da Praça da Matriz.

Os locais visitados serão o Palácio Piratini, sede do Governo do Estado, o Arquivo Público onde estão guardados documentos oriundos dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e o Memorial do Judiciário, que tem a missão de resgatar e preservar a memória da Justiça gaúcha.

No Memorial o público visitará a Exposição Propriedade Registro e Caminhos que conta a história dos 150 anos do 1º Cartório de Registro de Imóveis de Porto Alegre, além de outros espaços como a Galeria dos Casamentos, local utilizado para realização de casamentos coletivos. Conhecerão a arquitetura interna e externa do prédio, por meio de uma caminhada no entorno do Palácio da Justiça.

O Projeto terá início às 14h e tem duração de três horas.

ACONTECE    

MAQUETE COM PRÉDIOS HISTÓRICOS

A Exposição Propriedade, Registro e Caminhos que retrata os 150 anos do 1° Registro de Imóveis de Porto Alegre permanece aberta ao público no Memorial do Judiciário, andar térreo do Palácio da Justiça, Centro Histórico de Porto Alegre – Praça Mal. Deodoro, 55.

A maquete que ilustra o entorno da Praça da Matriz é uma das peças encontradas na exposição. Nela é possível manejar construções antigas que não existem mais como a Igreja da Matriz, a Casa da Câmara e a Casa da Duque, que fazem parte da história de Porto Alegre, e prédios históricos atuais que estão localizados ao redor da praça, como o Teatro São Pedro, o Palácio do Ministério Público, o Memorial do Legislativo, o Museu Julio de Castilhos, o Palácio Piratini, a Catedral Metropolitana, o Palácio Farroupilha e o Palácio da Justiça. Desta forma, é possível perceber as mudanças que ocorreram na região ao longo dos anos.

A exposição ficará no Memorial até fevereiro de 2016. Para visitas guiadas a grupos pede-se agendamento prévio pelo e-mail memorial@tjrs.jus.br.

NOTAS HISTÓRICAS

Museu, para quê?

“A cultura não se herda, conquista-se.”

André Malraux

Por Sabrina Lindemann,

Formada em Licenciatura Plena em Ed. Artística.
Especialização lato sensu em Literatura,
Servidora do Memorial do Judiciário

Há cerca de 15 anos, dedico-me profissionalmente ao fazer em instituições culturais, museais. Meus filhos, atualmente com 22 e 15 anos, cresceram com a prática de frequentar esses locais de arte, de história, de ciências. Na minha infância, não havia o costume de, em família, visitarmos museus. Porém, lembro-me detalhadamente de cada vez em que, com a escola, saímos para conhecer o Museu Júlio de Castilhos, o Museu de Ciências Naturais da FZB e o do Colégio Anchieta, o Museu Hipólito da Costa e vários outros que se sucederam. Tantas coisas fizeram sentido, tantas impressões e indagações foram despertadas nessas oportunidades.

Museus são importantes espaços de uma sociedade. Cada vez mais, espaços para descobrir, para refletir, para conhecer, para pensar. Museus preservam a memória e a história. Fortalecem laços de pertencimento. Não estão limitados à promoção da cultura, embora integrados, também, a esse propósito.

Com o tempo, os museus deixaram de ser simples espaços de guarda de objetos e documentos, de perpetuação da memória e de portadores da verdade. Foram mais além e conquistaram um papel de condutores de processos de reflexão e questionamento, de aproximação com as comunidades buscando atender aos seus interesses, às suas preocupações e às suas necessidades. As instituições culturais e museais, hoje, ajudam a responder perguntas e a formular indagações, articulam relações entre os sujeitos e os objetos, levando-nos a compreendermo-nos como sociedade.

Museus são oportunidades de educação, de inclusão cultural, de exercício da cidadania, de combate aos preconceitos, ou seja, de desenvolvimento social. Utilizar, valorizar e preservar os museus significa reconhecer nosso próprio valor como sociedade, respeitarmo-nos como sujeitos pensantes e em constante crescimento.

DESTAQUE DO ACERVO

Fotocópia do termo de compromisso de Getúlio Vargas

O Memorial do Judiciário salvaguarda em seu acervo documental uma fotocópia do termo de compromisso de Getúlio Dornelles Vargas como 2° Promotor Público da Comarca de Porto Alegre, datado em 20 de janeiro de 1908. O termo encontra-se na folha 13 do Livro de Compromissos do ano em questão e foi apresentado ao Desembargador Manoel André da Rocha,  Procurador Geral do Estado do Rio Grande do Sul na época.

DICA DE LEITURA

Por que Você Mente e Eu Acredito? De Prem Milan

Essa afirmação expressa um desejo quase universal. Dificilmente encontraremos uma pessoa que não tenha tido esse anseio em algum momento de sua vida. Nestas páginas você verá que, inconscientemente, as pessoas acabam sabotando seus relacionamentos por causa de um equivoco: pensam que amar é agradar o tempo todo. Para evitar conflitos, elas aparentam estar alegres quando estão tristes, começam a lançar mentiras “inofensivas”, do tipo: “Se você não vai comigo, a festa não tem graça nenhuma…” Chega, porém, o momento em que toda a verdade vem à tona.

O livro está disponível para Magistrados, Servidores e Estagiários do Judiciário gaúcho para empréstimo no Banco de Livros. A lista das publicações encontra-se na coluna Destaque da Intranet do TJ.

FATOS DO TEMPO

– 05 de setembro de 1896 – Toma posse como Desembargador o Dr. Tito Prates da Silva.

– 22 de setembro de 1927 – O Decreto nº 3.894 estabelece o vestuário ou distintivo que deveriam usar os juízes de comarca, promotores públicos, escrivães, porteiros dos auditórios e oficiais de justiça durante as audiências ou sessões.

EXPEDIENTE

PALAVRA DO MEMORIAL Nº 114
15/09/2015

MEMORIAL DO JUDICIÁRIO DO RS – Tribunal de Justiça do Estado do RS – Diretor: Desembargador José Carlos Teixeira Giorgis – Assistente Administrativa: Mary da Rocha Biancamano – Assistente Técnica: Carine Medeiros Trindade – Equipe: João Batista Santafé Aguiar, Roberto Medeiros Soares, Sabrina Lindemann e Vera Maria de Freitas Barcellos – Estagiários: Adrieny Couto, Fernanda Feltes, Jéssica Ramos, Márcio Dias da Silveira, Maritsa Gonçalves e Paula Rafaina Martini Severo.

CONTATOS – Visite o Memorial na Praça Mal. Deodoro da Fonseca, 55, andar térreo – Palácio da Justiça, no Centro Histórico de Porto Alegre. Ou no site do Tribunal de Justiça. Atualize-se via Facebook ou Twitter. Para ser incluído no nosso mailing, mande solicitação para “inclusão em mailing do Memorial“. Pede-se que visitas de grupos à Exposição ´Propriedade, Registro e Caminho´ sejam agendadas previamente.

MEMORIAL NO MAPA – COMO CHEGAR / HOW TO GET

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s